sábado, 17 de abril de 2010

A síndrome da Bailarina





Enquanto viveu neste mundo, Jesus esteve cercado de gente estranha. Pescadores que falavam demais, mulheres de origem duvidosa, cobradores de impostos, pecadores.


Deus conhece nossas imperfeições. Ele as compreende. Ele nos ama mesmo assim.


Ainda assim, muitos cristãos de hoje parecem ter a síndrome da bailarina: “todo mundo tem defeitos, só a bailarina que não tem”. Conhecem a "Ciranda da bailarina" de Chico Buarque? 
Pois é, a bailarina não tem pereba, não tem piriri, não tem piolho, não tem medo, não tem problemas na família, entre outras coisas que procurando bem, todo mundo tem!


A síndrome da bailarina nos faz querer tirar o cisco do olho do irmão esquecendo a trave no nosso.
A síndrome da bailarina nos faz achar que a vizinha não sabe lavar roupa quando na verdade a nossa vidraça está suja.
A síndrome da bailarina nos faz acusar, apedrejar.
A síndrome da bailarina não nos permite amar.


Certo dia, alguns homens infectados pela síndrome da bailarina, levaram uma mulher até Jesus. Diziam eles que ela merecia ser apedrejada. 
Jesus nem olhou para eles. 
Jesus não precisava saber quem eram eles e nem quem era a mulher. 
A pergunta que ele faria serviria a qualquer um, e serve hoje a nós:

“Aquele que não tem pecado atire a pedra contra ela” João 8.7

Um a um saíram cabisbaixos.
Jesus era o único que poderia ter atirado aquela pedra. Mas ele não o fez. 
Ele olhou para a mulher e a perdoou. 
Ele concedeu a ela uma segunda chance.


Precisam de medico os sãos? É necessário acender uma luz ao meio-dia? 


PAZ.

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